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1.6.10

Diz-Quetes no Festival da Mantiqueira 2010

E não é que deu tudo certo? Chegamos em São Francisco Xavier e, de cara, uma boa surpresa, e um susto. Tínhamos uma tenda só para nosso painel. Ah, se a gente soubesse... a gente levaria banner do Ateliê, claro. E a gente levaria uns pedaços de panos coloridos para forrar a mesa, e também levaríamos uma garrafa térmica para chá, copinhos plásticos, um tapetinho e um sofazinho para as visitas. Mas agora a gente já sabe: sempre ir para eventos literários absolutamente equipadas!



A parte boa de termos uma tenda só para nós foi poder dividí-la com outros artistas. A Flávia, essa moça de branco na foto acima, faz um marcadores de livros lindos, de plantas, folhas e flores secas. Enfeitou nossa mesa! E olha só que bacana, quanta gente olhando o painel, participando, escrevendo! Clap! Clap!



O Beto Jaguary também aproveitou a chance e colocou seus cds de música autoral para vender.



Mas o mais legal, mesmo, foi ver toda essa gente participando, curtindo e registrando o evento no painel.



Agradecemos aqui a participação de todos!

Um grande abraço

Fernanda e Letícia


O Painel Interativo Literatura no Disquete é uma produção do
Letra Corrida - Ateliê de Literatura

Diz-Quetes Ao Vivo

Aqui, o resultado de parte da interação das pessoas durante o III Festival da Mantiqueira. Frases interessantes, frases comuns, manifestações de todos os tipos, gentes de todas as idades. Pois, como nós defendemos: todo mundo pode escrever, e só dar um pedaço de papel e uma caneta ou uma tela de computador com um teclado.

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Making Off [Painel Diálogos na Mantiqueira]










30.5.10

Making Off [Etiquetas 1º Painel Diz-Quetes]

Uma idéia une-se a outra. Antes de montarmos efetivamente o painel para expormos no III Festival da Mantiqueira - Diálogos com a Literatura, montamos um concurso de frases a fim de divulgar a nossa comunidade virtual sobre o evento: Diálogos na Mantiqueira e, também, de registrar a memória do evento através dos seus participantes, que nos enviaram seus pensamentos, idéias e sentimentos sobre o evento, as letras, a literatura, os livros e a leitura. Clap! Clap!

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O painel foi uma produção do Letra Corrida - Ateliê de Literatura e contou com apoio dos blogs Bip Cultural, de Beatriz Galvão e Miopia, de Guilherme Salla.

24.5.10

O Lixo Eletrônico e a Literatura

O mercado de eletro-eletrônico no Brasil e no mundo está em acelerado crescimento. Com isto, cresce também o percentual de lixo eletrônico (termo que não deve ser confundido com spam).
Segundo relatório da ONU, a geração de lixo eletrônico global cresce a uma taxa de aproximadamente 40 milhões de toneladas por ano.

Com o desenvolvimento da tecnologia, os equipamentos eletrônicos rapidamente se tornam obsoletos, e transformam-se em resíduos que, sem destinação adequada, acabam sendo descartados em lixões. Como possuem metais altamente tóxicos em sua composição, estes resíduos constituem um sério risco para o meio ambiente e para a saúde da população.



É necessário (e urgente) que se estabeleça uma destinação apropriada para estes resíduos.

Aliando-se esta necessidade à criatividade humana, é possível encontrar soluções e aplicações variadas para estes materiais.

Como afirmou Konrad Osterwalder, reitor da Universidade das Nações Unidas (UNU), "o lixo de uma pessoa pode ser a matéria-prima de outra”.

Certamente! Este lixo pode se tornar matéria-prima de diferentes invenções, utensílios e acessórios. Mais: para a falta de limites da criatividade humana, pode se transformar em material para as mais interessantes produções artísticas, inclusive literatura.

Discos, antes rígidos, passam a guardar em si uma flexibilidade inventiva, e tornam-se uma possibilidade de transformação de linguagens, de leitura de mundo, de “acesso” às letras por outro canal de sensibilidade do leitor.

Uma maneira de reutilizar aquele entulho guardado no armário e que não serve mais. E recriar-se através da arte. E reciclar-se a si a ao mundo através da arte, tornando belo o que era lixo.